No dia 24 de Junho do ano em curso, o CIEH promoveu uma palestra e uma mesa redonda, com o objectivo de reflectir sobre os ganhos e os desafios da Independência Nacional. Para o efeito, foram convidados alunos das Escolas Primárias Completas de Coalane e de Acordos de Lusaka e estudantes dos cursos de Licenciatura em Ensino de História e de Licenciatura em Ensino de Ciências Sociais.

No momento de abertura do evento, o Director do CIEH, Prof. Doutor Enísio Cuamba saudou e agradeceu, especialmente, as crianças e os presentes em geral por terem respondido favoravelmente ao convite a eles endereçado. Mais adiante, destacou que as crianças têm uma oportunidade singular discutir com os docentes e estudantes sobre os desafios da Independência de Moçambique. Terminou incitando as crianças a buscarem ídolos e referências na Universidade Licungo de tal maneira que possam se inspirar continuamente nos estudos e na profissionalização.

Seguidamente, o Dr. Bruno Mendiate, docente e pesquisador da Faculdade de Letras e Humanidades, falando na palestra intitulada “47 anos de Independência de Moçambique: principais desafios para a juventude” fez uma contextualização holística sobre a expansão portuguesa em Moçambique, sublinhando os mecanismos adoptados pela máquina imperialista na colonização efectiva de Moçambique. Mais adiante, enfatizou a necessidade de as crianças viverem a liberdade, estudando muito para superar os estereótipos coloniais. Nessa esteira, o pesquisador lembrou a audiência que o maior legado da Independência Nacional são a possibilidades de circulação livre no país, o acesso livre à educação básica e superior e a liberdade de escolhas democráticas.

Posteriormente, foi constituída uma mesa redonda composta por estudantes do curso de Licenciatura em Ensino de História, intitulada “Ganhos e desafios dos 47 anos de Independência de Moçambique”. Foram painelistas da mesa os seguintes estudantes: Paula Guerra, Rute Cuna e Joel Mapulango. Os três oradores sublinharam a necessidade de manter interacção permanente com as escolas primárias vizinhas da Universidade e apontaram os ganhos da Independência de Moçambique, numa “linguagem descontraída” e próxima dos petizes ali presentes. 

Por Leonel Mutombene- GCCI

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